Ayrton Senna, 15 anos depois
posted on: Mai 1, 2009 on category: Informação

Nesta sexta-feira cumprem-se exactamente 15 anos que a humanidade perdeu Ayrton Senna. Apesar de já ter passado tanto tempo dessa trágica morte em Ímola, o ídolo brasileiro é lembrado em qualquer parte do mundo onde existam fãs da Fórmula 1. E todos os profissionais da categoria ainda se recordam com enorme admiração de um dos maiores mitos do automobilismo de sempre.

Frank Williams ainda mantém nos carros dasua equipa Williams o “S” estilizado do nome Senna. “Nunca o esquecerei”, afirmou o dirigente inglês, dono da equipa onde corria o piloto brasileiro naquela fatídica temporada de 1994 da Fórmula 1. “Ayrton criou um novo padrão de referência para a pilotagem.

“Foi o piloto mais rápido que já surgiu no automobilismo”, elogiou o francês Jean Alesi, que ficou muito tempo na Fórmula 1. “Lamento não ter vindo correr connosco, como tanto desejava. Teria sido fantástico a associação Senna/Ferrari”, revelou Luca di Montezemolo, o presidente da poderosa Ferrair, lembrando uma das grandes frustrações da carreira do brasileiro.

“Um ser humano especial, um piloto excepcional, tanto que hoje, 15 anos depois, falamos muito nele”, afirmou Bernie Ecclestone, o promotor da Fórmula 1. “O meu ídolo nas pistas”, reconheceu o piloto inglês Lewis Hamilton, que é o actual campeão da categoria. “Chorei porque igualei o piloto mais rápido que vi”, explicou o já aposentado alemão Michael Schumacher, dono de sete títulos mundiais, quando igualou o número de 41 vitórias de Senna, na temporada de 2000.

Lembro-me de estar a olhar para a televisão, naquele domingo de Maio e esperar durante largos minutos de ver um movimento que revelasse alguma esperança. Presenciei ao vivo a sua primeira vitória, no circuito do Estoril, debaixo de forte chuva.

Ayrton Senna da Silva nasceu em Santana, no estado de São Paulo, em 21 de Março de 1960 e morreu em Imola, Itália, a 01 de Maio de 1994, aos 34 anos.

Faz sexta-feira 15 anos, uma falha mecânica – a ruptura da coluna da direcção – lançou o Williams-Renault de Senna contra um muro de betão na curva Tamburello do Autódromo Enzo e Dino Ferrari, na sétima volta do Grande Prémio de São Marino, terceira prova do Campeonato do Mundo.

Senna, campeão do Mundo em 1988, 1990 e 1991, rolava a cerca de 310 km/h e a colisão violenta foi inevitável. Com graves lesões cerebrais, provocadas pela perfuração do crânio por um tirante da suspensão, acabaria por ser declarado morto pouco depois de dar entrada no hospital Maggiore, em Bolonha.

Fica um filme com os melhores momentos:

[youtube width=”590″ height=”493″]http://www.youtube.com/watch?v=7mndfNGJIaQ[/youtube]

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Comments

Saudades , muitas saudades

Tadeu Junior
18 de Maio de 2009

Aquela foi a última corrida que assisti e acompanhei… Até tenho vontade, mas quando me lembro que Senna não estará mais correndo, ela passa rápido…. Tenho saudades daquela época, onde, com chuva ou com sol, lá estava o nosso grandioso Senna para salvar a pátria e conquistar mais uma corrida.

Bons Tempos…

Ivan
4 de Agosto de 2009
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